TDAH – Certo Saber https://certosaber.com O saber certo para sua família! Mon, 17 Jan 2022 16:25:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.1 https://certosaber.com/wp-content/uploads/2018/02/cropped-certosaber-icone-32x32.png TDAH – Certo Saber https://certosaber.com 32 32 7 motivos para contratar a assinatura de livros infantis em 2022  https://certosaber.com/7-motivos-para-contratar-a-assinatura-de-livros-infantis-em-2022/ https://certosaber.com/7-motivos-para-contratar-a-assinatura-de-livros-infantis-em-2022/#respond Sun, 17 Jul 2022 15:23:04 +0000 https://certosaber.com/?p=10018 A assinatura de livros infantis é uma daquelas coisas que trazem benefícios para todos, mas há pessoas que têm medo do que pode acontecer. É preciso entender, antes de mais nada, que você nem sempre precisa pagar.

Há formas de baixar livros infantis pela internet e a leitura pode ser feita no celular, kindle e no computador. Por outro lado, ensinar clubes de livros e ter cópias físicas é uma forma de familiarizar a criança com a leitura. 

Por mais que a tecnologia seja importante, a verdade é que a assinatura de livros ainda é a melhor opção. Dessa forma, abaixo veja 7 motivos para contratá-la agora mesmo e tenha um 2022 diferente do lado da sua família.

Quais são os 7 motivos para contratar a assinatura de livros em 2022?

É provável que você queira entender como a assinatura de livros é benéfica para o desenvolvimento do seu filho. Desse modo, é chegada a hora e o momento de conferir as vantagens incluídas nisso, a seguir confira do que se trata:

1- Incentivar a leitura nas crianças

Para os amantes dos livros, a realidade é que há pontos importantes e dois se destacam: 1) ambiente; 2) incentivo). Sendo assim, desafie seus filhos a lerem e criem neles um novo costume, como por exemplo: a leitura diária.

Aproveite que a assinatura de livros traz livros selecionados por especialistas e aproveite essa chance para fazê-los curtirem isso. Ah! Não se esqueça de considerar a faixa etária e tenha a melhor indicação para ele.

2- Contar com auxílio de uma curadoria especializa em literatura infantil

Se você acha que os livros são criados e não passam por uma curadoria, acredite: está errado. Afinal, a maioria das editoras possuem curadores para entregar o melhor material e indicar a idade certa para ler.

Vale lembrar de outro ponto relevante: a curadoria é formada por psicólogos, psicopedagogos, mães, pais e escritores. Em outras palavras, eles entendem sobre desenvolvimento infantil e por isso entregam o melhor conteúdo.

3- Ter comodidade para a leitura dos livros

Há vários clubes de leitura e você pode contratá-las ao assinar, através dele você tem muita praticidade no seu dia a dia. Ao invés de selecionar e preparar, existe uma equipe que faz isso e envia para a sua casa.

Os pais precisam apenas incentivar a leitura das crianças, pois o clube já fez a seleção e escolheu as mais indicadas. Ao mesmo tempo, essa é uma forma de se concentrar apenas no que vale a pena: a formação de um futuro leitor.

assinatura de livros
assinatura de livros

4- Acessar materiais com exclusividade 

É necessário entender que vai além dos livros, já que a assinatura de livros permite que você acesse materiais exclusivos. Além disso, permite acessar vídeos e detalhes sobre muitas obras enviadas, entre outras possibilidades.

Vale lembrar que você ainda rastreia e consegue registrar as leituras, avaliar o que foi enviado e facilita o acompanhamento dos pequenos. Em seguida, é apenas aproveitar os benefícios que estão diante desse costume. 

5- Contar com apoio pedagógico

Dependendo da assinatura de livros e do clube de leitura, sabia que você conta com dicas pedagógicas para o seu filho? Então, essa é uma das melhores coisas que existem e a leitura explora o potencial das crianças.

Ah! E tem um detalhe incluído nisso tudo: Isso facilita a transformação de um pequeno leitor, em alguém que irá ler pela vida toda. O apoio pedagógico é crucial para ter dias de mediação e várias sugestões para a leitura diária.

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6- Possibilidade de contar com apoio de muitas escritoras

Os títulos selecionados são importantes para o dia a dia do seu filho e você pode contar com o apoio de muitas escritoras. Nesse sentido, há escritores que colocam o e-mail e isso permite que você entre em contato.

Ainda tem as redes sociais e a forma de contatar muitos escritores, não é mesmo? Em seguida, é apenas aproveitar esse benefício que a assinatura de livros traz para você e vale muito a pena pensar nisso tudo.

7- Momentos de leitura em família

Por fim, a leitura pode ser compartilhada em família e fazer com que todos entendam a importância familiar para esse processo. Daí para frente, resta apenas contratar a assinatura de livros e aproveitar todos esses benefícios.

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Cantinho do pensamento: É bom ou é melhor evitar? https://certosaber.com/cantinho-do-pensamento-e-bom-ou-e-melhor-evitar/ https://certosaber.com/cantinho-do-pensamento-e-bom-ou-e-melhor-evitar/#respond Fri, 17 Jun 2022 15:23:01 +0000 https://certosaber.com/?p=10016 A educação muda bastante e o que era comum antes, atualmente pode não ser mais, será que isso acontece com o cantinho do pensamento? A resposta para essa pergunta depende muito do caso e da situação.

Vale lembrar que colocar a criança para pensar foi alto e substituiu os castigos físicos. Nesse cenário, era comum no passado bater na criança e acreditar que isso faria bem, porém com o tempo mudou.

Uma das razões para isso foi o surgimento e a popularização do uso do cantinho do pensamento. Dessa forma, é primordial prestar atenção em vários pontos e entender se serve ou não para o seu filho.

É bom ou não usar o cantinho do pensamento com o seu filho?

É importante entender uma coisa: toda vez que uma criança tem um comportamento mal, isso nem sempre é por querer. Portanto, se o seu filho estiver sobrecarregado emocionalmente é comum que ele se comporte mal.

Assim como citado acima, no passado era comum dar uma surra na criança ou colocá-la de joelho no milho. No entanto, o tempo passou e os pais passaram a usar outras estratégias, como os castigos de isolamento.

O cantinho do pensamento é um desses e pode ter efeitos negativos, positivos e nulos. Desse modo, é importante entender o que acontece em cada um dos casos, a seguir veja como pode ser uma boa ou má opção.

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Razões para usar o cantinho do pensamento e motivos para não usar 

Quando alguém pensa no cantinho do pensamento, é comum usar a justificativa que é melhor do que bater na criança. Ao mesmo tempo, há outras razões para usar e a seguir confira algumas dessas opções:

  • Se a reflexão for acompanhada de algo útil– Evite colocar a criança para pensar e não deixá-la ler, escrever ou pintar, pois ela precisa estar fazendo algo para o cantinho do pensamento funcionar.
  • Quando o motivo é bem explicado– Não deixe a criança lá sem explicar a razão e mostrar os minutos que ela precisará ficar lá.
  • Desde que a causa do erro da criança seja analisada– Mais do que tratar o efeito, é muito importante entender a causa e corrigi-la.
  • Não pode ser algo feito todos os dias– Não mande a criança para esse lugar todos os dias, porque isso demonstra que você precisa do cantinho do pensamento e não a criança.
cantinho do pensamento
cantinho do pensamento

Preste atenção nesses motivos e você usará o cantinho do pensamento de um modo racional, ou seja, sem se exceder demais. Por outro lado, existem pontos que devem ser analisados para o uso, a seguir confira alguns

  • As crianças não reagem bem ao isolamento– A sensação de uma criança isolada é a mesma que de uma dor física e não é bom a deixar sozinha e sem ter outra função, como explica no tópico acima.
  • É mais útil a fazer refletir de outra maneira– Ao invés de ficar sozinha e remoendo o que foi feito, é melhor fazê-la ler um livro.
  • A longo prazo é algo danoso– Se você não entender o que faz a criança errar tanto, o combate a causa não fará sentido e a razão é que a causa não foi analisada, tratada e corrigida.

A decisão sobre o uso ou não é sua, mas considere todos esses pontos.

 

O uso pode ser uma boa opção ou não: Analise o seu filho antes de decidir

O uso do cantinho do pensamento ou não depende apenas de você, mas uma coisa deve ser analisada: o perfil da criança. Além disso, não se esqueça de prestar atenção em você e veja se não está existindo algo de errado.

Caso a resposta seja positiva, os pais precisam pensar e entender o que está acontecendo. Por exemplo: uma criança hiperativa fará mais coisas do que outra, então os pais têm que estar atentos a tudo isso.

Ah! Vale lembrar ainda outra questão: as dificuldades também indicam que algo precisa ser feito. Assim, é preciso estar ligado nisso e a tendência natural é que o processo se torne ainda melhor.

Agora que você entendeu os pontos importantes na hora de analisar se o cantinho do pensamento serve ou não, defina se irá usá-lo ou não. Por fim, com cuidado e respeitando a criança, essa tática pode ser interessante.

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5 benefícios essenciais que a integração sensorial traz para as crianças https://certosaber.com/5-beneficios-essenciais-que-a-integracao-sensorial-traz-para-as-criancas/ https://certosaber.com/5-beneficios-essenciais-que-a-integracao-sensorial-traz-para-as-criancas/#respond Thu, 17 Mar 2022 15:22:54 +0000 https://certosaber.com/?p=10010 A integração sensorial é um processo neurológico que melhora a organização da sensação do próprio corpo e também do meio ambiente. Através dele, o seu corpo usa o ambiente com eficácia e eficiência.

Para entender com mais profundidade, a organização da sensação pelo cérebro permite usar melhor no dia a dia. Nesse cenário, se trata da habilidade de processamento e organização do cérebro das informações recebidas.

O passo seguinte da integração sensorial é a resposta ao estímulo e por isso é importante que seja desenvolvido logo. Dessa forma, as crianças que têm acesso a ele conseguem ter vantagens, a seguir veja algumas delas.

Quais são os 5 benefícios essenciais que a integração sensorial traz para as crianças? 

A integração sensorial é considerada um processo neurobiológico e por isso as capacidades de processamento, organização, interpretação das sensações e respostas apropriadas ao ambiente, são melhoradas.

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É por meio da integração sensorial que as informações inerentes às condições físicas do corpo são enviadas corretamente. Através disso a criança experimenta o potencial máximo dessas respostas no seu dia a dia.

Agora que você entendeu o que é a IS, o próximo passo é descobrir os benefícios que estão incluídos nisso. Desse modo, abaixo confira cinco e aprenda a importância que tem isso para a vida do seu filho.

integração sensorial
integração sensorial

1- Aumento da consciência corporal e espacial

Embora pareça que toda criança tem consciência do seu corpo, a realidade é bem diferente dessa. Já percebeu que é comum que uma criança tropece com frequência e fique entalada em lugares pequenos por achar que cabia ali?

Então, a resposta para isso é justamente pela falta de consciência corporal e espacial. Portanto, se isso não for corrigido em tempo hábil e o quanto antes, a chance do seu filho sofrer com isso para o resto da vida é grande.

A primeira das vantagens que a integração sensorial traz é justamente aumentar a consciência corporal e especial. Em seguida, a criança tende a não sofrer mais com isso e pode ter um desenvolvimento considerado normal.

2- Maior controle dos seus movimentos

Sem o controle devido aos movimentos, é comum que uma criança não controle determinadas funções do corpo. Há crianças que têm dificuldade de locomoção e por isso é fundamental evitar esse tipo de situação.

A IS é importante para o dia a dia, pois traz exercícios e um cuidado maior com o controle sobre os movimentos. Logo após, o seu filho não conhecerá o próprio corpo e nem terá falta de equilíbrio, como acontece em muitos casos.

3- Aumento da capacidade funcional

É comum encontrar crianças que não tem boa capacidade funcional e terminam não conseguindo realizar determinadas coisas. No âmbito físico, é comum listar a falta de força muscular para realizar coisas que são possíveis.

Dá para citar ainda outra questão: a falta de concentração e velocidade na realização de coisas simples durante o dia dele. Por isso, a integração sensorial traz a vantagem de possibilitar que o desenvolvimento melhore.

A funcionalidade no dia a dia do seu filho é grande, por exemplo: existem crianças que sofrem dores nos ombros pela falta de exercícios para a região. Com a IS, dá para analisar e corrigir, trazendo qualidade de vida ao pequeno.

4- Diminuição dos movimentos involuntários

Já parou para pensar que há crianças que sofrem com uma série de movimentos involuntários e ruins para o dia a dia? Esse tipo de coisa traz desvantagens na escola e pode render brincadeiras, então é preciso se atentar.

Um bom exemplo disso é quando existe o tremor pela fraqueza ou fadiga muscular de algo, ou seja, é preciso ter atenção. Em outras palavras, a integração sensorial é uma boa opção para evitar que isso aconteça.

5- Elevação da capacidade de atenção e concentração

Crianças que se concentram mais e prestam mais atenção em tudo, possuem mais chance de ir bem na escola e até na vida. Por outro lado, pode ser algo perigoso se a criança não estiver atenta e concentrada no que acontece.

Por fim, entenda a integração sensorial como se todas as sensações estivessem integradas e quisessem melhorar a qualidade de vida da criança. Assim, a hora de colocar em prática e trazer benefícios para o seu filho é agora.

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7 curiosidades sobre o cantinho do pensamento https://certosaber.com/7-curiosidades-sobre-o-cantinho-do-pensamento/ https://certosaber.com/7-curiosidades-sobre-o-cantinho-do-pensamento/#respond Tue, 05 Jan 2021 12:38:37 +0000 https://certosaber.com/?p=9902 Descobrir quais são as 7 curiosidades sobre o cantinho do pensamento é importante, afinal esse tema é muito buscado. A forma de educar os filhos mudou e não é mais indicado dar castigos físicos, como acontecia no passado.

O foco de ter um cantinho para o pensamento é trazer uma reflexão sobre as atitudes que foram realizadas. Bem como, é necessário prestar atenção nisso e entender que a criança deve ter a capacidade de pensar no que foi feito.

Evite de deixar uma criança de dois aninhos lá, porque ela não tem entendimento sobre o intuito de ficar lá. Dessa forma, veja a seguir mais informações sobre o cantinho do pensamento e as curiosidades inerentes. 

Quais são as 7 curiosidades sobre o cantinho do pensamento?

Quando alguém pensa no cantinho do pensamento, muitas dúvidas surgem e é preciso atentar-se a alguns fatores primordiais. Sendo assim, é possível citar sete curiosidades e facilitar bastante o entendimento.

Para que seja possível descobrir o potencial desse tipo de tática, é essencial refletir e ter muita atenção. Confira abaixo as informações e sete pontos que são fundamentais para utilizar esse tipo de recurso a seu favor. 

1- A definição não é única

O cantinho do pensamento tem vários defensores e muitos críticos, porém a definição é única e varia de acordo com o caso. Para entender melhor qual a proposta, é primordial ver os argumentos de cada um dos lados:

  • Defensores– Segundo os defensores, a proposta é fazer a criança refletir sobre o que fez e se arrepender. Portanto, a definição indica que a ideia central é fazer com que o pequeno pense nas atitudes.
  • Críticos– Muitos veem o cantinho do pensamento como uma forma de humilhar a criança e não trazer o aprendizado. Ou seja, a crítica é no sentido de trazer um “castigo mental” e por isso não tem função.

Dá para ver que a definição varia e vai segundo a visão que a pessoa tem sobre esse tipo de tema. Em outras palavras, o ideal é conhecer os dois lados e opinar segundo a sua visão, pois não há uma verdade absoluta. 

cantinho do pensamento
cantinho do pensamento

2- Saber se funciona ou não, depende de dois fatores

Em primeiro lugar, é muito importante atentar-se a dois fatores e acredite: são essenciais para que o resultado aconteça. Do mesmo modo, é preciso saber quais são elas e a seguir veja as informações pertinentes sobre elas:

  • Idade da criança– Uma criança de um ano, com certeza, não terá vai entender qual o intuito de ficar lá refletindo. O pensamento da criança será apenas um: como faço para sair daqui e voltar a brincar. 
  • Intuito– Se a ideia é apenas punir a criança, a realidade é que não vai funcionar e a criança não saberá o que fazer. Contudo, o cantinho do pensamento deve trazer uma reflexão sobre aquilo que foi feito.

Deu para perceber um fato: de nada adianta colocar a criança lá e pronto, pois não é assim que funciona. Explica qual é a proposta e faça com que a criança tenha condição de entender o porquê a criança deve estar lá.

3- É indicada para crianças

Essa dica é bastante objetiva e acredito que você já sabe, mas é preciso prestar atenção nas propostas do cantinho do pensamento. Igualmente, veja um exemplo sobre como uma criança pode ser beneficiada por isso:

  • Um menino de 10 anos diz aos pais que vai estudar para a prova, porém aproveita a ausência dos pais e fica jogando videogame;
  • Em seguida, os pais percebem barulhos estranhos que saem do quarto e descobrem que o menino está jogando videogame;
  • O pai chama a criança e explica que não é legal mentir, mas não é a primeira vez que aquilo acontece;
  • Por fim, a mãe decide colocar o menino no cantinho do pensamento e o faz refletir sobre as atitudes tidas naquele momento.

O exemplo acima indica que a ideia de colocar a criança para pensar é no sentido de trazer uma reflexão sobre o que foi feito. O “pequeno” terá tempo para pensar no que fez e saber que aquilo que foi uma consequência. 

4- Adolescentes também podem se beneficiar

No passado, como você sabe, era muito comum que os pais batessem em seus filhos e chegassem até a tirar sangue. Além disso, colocar de joelho no milho era comum e criava um “castigo” pesado para aquela o adolescente.

O cenário atual mudou e dá para usar o cantinho do pensamento de outra forma: trazendo reflexão. Do mesmo modo, o adolescente tem condição de perceber o que fez e descobrir que aquilo é um efeito de outra causa.

Um adolescente tem condição de pensar, deixar a raiva passar e até se desculpar pelo erro cometido. Lembre-se: o foco dos pais é ter o respeito do filho e jamais o medo, porque o medo pode afastar as pessoas.

Embora não seja muito praticado, reservar um cantinho para o pensamento é indicado também para os adolescentes. Em outras palavras, todas as pessoas podem ser beneficiadas e precisam apenas provar desse recurso. 

5- O cantinho do pensamento é indicado até mesmo para adultos 

Acredito que você esteja já surpreso pelo cantinho do pensamento ser indicado, também, para os adolescentes, certo!? Entretanto, e se eu te falar que serve até para adultos, você acreditaria ou acharia que não é verdade?

Definitivamente que teria dúvidas, porém já parou para pensar que os erros dos adultos podem ser iguais aos das crianças? Então, quantas vezes um adulto mente e sustenta a mentira, porém dentro sabe que mentiu?

Certamente que inúmeras, mas vale lembrar de outra questão: a sensação de estar se arrependendo também é bastante frequente. É bem mais positivo pensar e não errar novamente, pois o arrependimento pode ser até eliminado.

Se você acha que não é uma boa opção, procure informações sobre filosofia grega e verás que o habito de pensar é fundamental. A reflexão está presente em tudo e a proposta do cantinho do pensamento também é essa. 

6- Dá para colocar irmãos juntos

As brigas de irmãos é bastante comum e gera atritos, confusões e pode até mesmo envergonhar os pais. No entanto, o cantinho do pensamento auxilia a evitar essa situação e abaixo veja um exemplo sobre como acontece:

  • Dois irmãos de 8 e 9 anos brigam, se agridem e chegam a um machucar o outro fisicamente;
  • Os pais percebem e decidem colocar ambos sentados de frente, fazendo com que ambos precisem se olhar;
  • Logo após, o tempo escolhido para que ambos fiquem no cantinho do pensamento, é de meia hora;
  • Ao concluir, os pais percebem que os filhos pedem desculpas um para o outro e aquela cena não mais se repetirá.

Deu para perceber que o cantinho do pensamento é bastante indicado para os irmãos, como o exemplo acima mostrou. A grande questão é apenas saber o tempo ideal e também descobrir o que ocasionou a briga entre irmãos. 

7- O foco do cantinho do pensamento não é de fazer ninguém sofrer

Primeiramente, a ideia do cantinho do pensamento não é de “punir” e tampouco trazer sofrimento para a criança. Do mesmo modo, já ficou demonstrado que não funciona e atualmente é preciso ter outros atributos.

Se você está pensando que esse cantinho é para trazer alguma punição, o principal é nem prosseguir. A ideia, como mostrado anteriormente, é trazer reflexão para a criança e fazê-la perceber que a atitude não foi boa.

Outra questão importante é evitar de usar o cantinho do pensamento para qualquer erro, pois essa não é a proposta. Juntamente com essa visão, converse e veja se ali não dá para corrigir, evitando algo mais austero.

Se existir o cuidado necessário e o entendimento sobre essa tática, a tendência natural é que funcione melhor. Caso contrário, a chance de dar errado é maior e aí esse tipo de estratégia pode não funcionar corretamente. 

Conclusão

Dá para entender que o cantinho do pensamento não é uma “fórmula mágica” e depende diretamente dos pais. Ainda mais atualmente, é preciso observar as atitudes dos filhos e descobrir a causa daqueles efeitos sentidos.

Fazer a pessoa pensar é um atributo fundamental para corrigir falhas e é mais simples quando é iniciada quando criança. Posteriormente, o adolescente tem total condição de evoluir e as reflexões prosseguem até para a fase adulta.

Para finalizar o entendimento sobre o cantinho do pensamento, busque entender que traz maior reflexão por parte da criança. Em resumo, é ideal para fazer pensar e educar pelo amor, evitando os “castigos físicos”. 

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O papel dos pais na vida da criança especial https://certosaber.com/o-papel-dos-pais-na-vida-da-crianca-especial/ https://certosaber.com/o-papel-dos-pais-na-vida-da-crianca-especial/#respond Tue, 08 Sep 2020 15:59:13 +0000 https://certosaber.com/?p=8807 Os pais ou responsáveis são figuras de extrema importância durante o desenvolvimento das crianças.

Quando se descobre que irá vivenciar uma nova fase, se tornando pai ou mãe de alguém, uma série de questionamentos pode surgir.

Como cuidar, auxiliar e se posicionar de forma presente na vida dos filhos pode se mostrar como uma questão bastante difícil para muitos pais.

Isso é natural, uma vez que se mostra enquanto uma experiência para a qual não existe uma fórmula única ou manual a ser seguido.

Da mesma forma que cada família é única, a criança também será e vem para preencher a vida das pessoas com suas características individuais.

É tarefa dos pais e/ou cuidadores aprender a cuidar dessa criança da melhor forma possível, promovendo a ela uma vida agradável e satisfatória, conforme possível.

A abordagem diante os cuidados necessários irá variar muito conforme cada criança, uma vez que enquanto únicas, irão ter necessidades diferentes.

Da mesma forma ocorre com os pais de crianças especiais, a busca por compreender formas de promover atenção e cuidados adequados.

Quando surge o questionamento quanto qual o papel dos pais na vida da criança especial, muita gente pode se colocar a opinar.

Assim, não é difícil encontrar diferentes pontos de vista quanto ao assunto, embora a questão não requeira tanto rodeio.

O ponto chave para este questionamento se dá por basear sua postura em aceitação e apoio para a criança, mediante tudo o que ocorre durante seu crescimento.

Neste sentido, diversos pontos podem se destacar, dividindo-se em tópicos de discussão que podem auxiliar a esses pais se sentirem mais seguros.

Ainda que a aceitar e apoiar sejam as questões principais, é interessante compreender como isso se desenvolve mediante áreas específicas.

Compreender o papel dos pais na vida da criança especial é buscar saber quanto a seu cotidiano e aprendizado; suas relações na família e, mais tarde, na vida escolar; e como os pais estão envoltos nessas questões.

Ademais, é importante considerar que para que esse papel ocorra de forma proveitosa, os pais também devem focar em si e no modo como lidam com a transformação em sua vida.

pais na vida da criança especial
pais na vida da criança especial

O cotidiano na vida dos pais de crianças especiais

Ser diferente não é ser pior ou melhor que os outros, assim não existem motivos para não investir em uma vida cotidiana proveitosa.

O cuidado diário de uma criança especial poderá ser visto como um desafio, trazendo questões diárias a se lidar.

Porém, é importante considerar que todo dia conta com desafios a serem superados, seja você pai de uma criança especial ou não.

Os desejos dos pais, referentes a proteção, carinho e amor, permanecem presentes, independente das características particulares de seu filho.

Confira 10 receitas saborosas e nutritivas

Mais que olhar para as dificuldades da criança, o papel dos pais na vida da criança especial envolve compreender e destacar suas qualidades.

Isso será muito importante, considerando que, nas situações mais comuns da vida diária essa criança poderá enfrentar barreiras impostas pelas outras pessoas.

Neste sentido, faz parte do papel dos pais, auxiliá-la a compreender o que possui de positivo, trabalhando noções de autoestima.

Em conjunto a essa questão, é preciso trabalhar a ideia da participação desta criança em determinadas atividades em que outras crianças estarão presentes.

Ser especial não implica em ter que fazer atividades diferenciadas, pois assim como toda criança, seu filho provavelmente irá apreciar um passeio no parque ou no shopping, por exemplo.

Neste sentido, a vida cotidiana de pais de crianças especiais pode sim incluir mais dificuldades, mas também conta com muitas similares a de outras famílias.

Muitas das atividades que outros pais fazem também irão fazer parte do seu cotidiano, podendo contar com questões e dificuldades diferentes, o que irá caber a cada família, cada realidade, a forma de lidar com elas.

Lembre-se que, cada criança é única, assim como cada família.

As dificuldades e alegrias vivenciadas pelo outro provavelmente serão diferentes das suas, portanto, invista em olhar para a sua realidade e a trabalhar da melhor forma possível para proporcionar uma vida agradável a você e seu filho.

 


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O aprendizado diário

Conviver com uma criança especial é perceber a cada dia coisas incríveis sobre ela e o mundo a sua volta.

É também vivenciar dificuldades e, aos poucos, compreender como as enfrentar e se alegrar diante as conquistas obtidas.

O aprendizado de uma criança vai muito além de sua vida escolar, envolvendo também o que faz em sua vida cotidiana.

Cada atividade, relação e interação que se mostra em andamento, se apresenta enquanto uma forma de proporcionar aprendizado.

O papel dos pais na vida da criança especial envolve, portanto, também o cuidado mediante o que a criança faz em sua vida diária.

Não é uma tarefa fácil, se colocar à disposição de um outro alguém, visando proporcionar proteção, amor e uma série de outras questões para seu desenvolvimento.

Mas, ainda assim, é algo necessário e que visa proporcionar a essa criança uma vida com maior qualidade.

Sentimentos de insegurança ou incapacidade podem surgir nos pais, o que é normal diante algo que te surpreende, sem saber como irá lidar.

E, neste sentido, é preciso levar em consideração que o aprendizado diário também fará parte da vida dos pais.

Não só a criança aprende a como é estar no mundo, mas o papel dos pais na vida da criança especial envolve como é estar ali para ela.

Assim como qualquer outro aprendizado, não será imediato, mas sim constante, se aprimorando a cada dia e momento experienciado com a criança.

A vida escolar e o papel dos pais na vida da criança especial

Dentre as variadas questões que envolvem o desenvolvimento infantil, a participação escolar se mostra como uma das principais.

Não é incomum que, muitos pais, vejam o início escolar das crianças como algo importante, preocupando-se em como isso vai ocorrer para as crianças.

Assim, pode se tornar um fator preocupante, dado que envolve uma série de variáveis que saem do controle dos pais, tais como:

  • É um ambiente novo, o qual a criança não está habituada;
  • Representa contato constante com outras crianças;
  • Promove também contato com outros adultos;
  • Implica em um processo de aprendizagem que envolve conteúdos específicos a serem aprendidos;

Os pais das crianças que apresentam desenvolvimento típico se preocupam com estes fatores e muito mais aqueles que os filhos são especiais.

Assim, diante o papel dos pais na vida da criança especial, não é surpresa que a apoiar no ambiente escolar seja uma preocupação.

 O trabalho destes dois grupos, família e escola, é essencial para que o aprendizado ocorra de forma ética, tal qual o ensino regular de outras crianças.

Neste sentido, aos poucos as escolas trabalham nas medidas que podem ser aplicadas enquanto instituição, e se torna dever dos pais tomar ações como:

  • Apoiar a criança, demonstrando interesse por suas atividades e aprendizado;
  • Estimular comportamentos voltados à aprendizagem;
  • Oferecer suporte diante o ensino de habilidades sociais e diárias;
  • Se posicionar enquanto base emocional da criança, possibilitando sustentabilidade para vivenciar novas situações;

Quando ocorre a intenção de se realizar essas ações de forma constante, oferecendo à criança um ambiente seguro, se torna mais fácil sua adaptação escolar.

Ainda que a escola seja um ambiente importante para o desenvolvimento, até que se torne conhecido e a criança crie um vínculo com a professora e colegas, poder se posicionar enquanto um local de insegurança.

A família, pais; irmãos; cuidadores e quem convive constantemente com a criança, são indispensáveis para o desenvolvimento de confiança em outras relações.

São essas pessoas, este primeiro grupo, que irá passar a criança as primeiras noções de base emocional, além de comportamentos e aprendizados importantes para a sua vida diária.

o papel dos pais na vida da criança especial
o papel dos pais na vida da criança especial

O papel dos pais na vida da criança especial: A aceitação familiar

A família é o primeiro grupo ao qual fazemos parte após o nascimento e, como tal, se apresenta como de extrema importância se sentir pertencente a ele.

Essa é uma questão que se mostra ainda mais em destaque quando se fala quanto a aceitação da criança especial.

Não é incomum que os pais e outros membros da família criem uma expectativa da criança, imaginando diversos de seus traços futuros.

Com o nascimento do bebê, lidar com as diferenças entre o bebê real e o que foi imaginado pode acabar se colocando como um aspecto difícil a ser trabalhado.

Neste sentido, é preciso se atentar para não misturar o que sente diante a deficiência propriamente dita e a criança que chega a família.

Não é incomum que sentimentos negativos surjam em relação a deficiência e as dificuldades que ela poderá apresentar a criança e seus cuidadores.

Mas, é preciso compreender que a criança especial é mais do que a sua deficiência, ela é parte da família e uma criança, a qual deseja ser aceita como qualquer outra.

E, quando se discute a respeito desta questão, se torna claro diante o papel dos pais na vida da criança especial algo que cabe a qualquer outro pai, a busca por fazer a criança se sentir acolhida e amada e em seu ambiente familiar.

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A saúde mental dos pais e a vida da criança especial

Cuidar de uma criança especial não implica somente em ter determinados cuidados com ela, visando o seu bem-estar, mas buscar manter também a saúde dos pais.

Não é incomum que ocorram situações em que os pais se enquadrem em quadros de “estresse do cuidador” ou “luto pelo filho idealizado”.

O estresse do cuidador, implica nas dificuldades que esses pais enfrentam desde o momento da descoberta das condições clínicas do bebê.

Pode se mostrar complicado compreender questões voltadas ao diagnóstico, como encontrar um profissional para acompanhar o quadro e também as questões pós-parto, os cuidados a se ter com essa criança ao longo da vida.

O luto pelo filho idealizado, por sua vez, se volta para questões do que os pais imaginavam, assim como possível sentimento de culpa ou insegurança diante a realidade.

Problemas que ocorrem durante o parto e alterações genéticas parecem estar entre as principais razões que iniciam a presença destes sentimentos nos pais.

E estas, como qualquer outra questão mediante o cuidado da criança especial, é algo que deve ser considerado com atenção.

Ao longo do desenvolvimento da criança, muitas dificuldades podem surgir, as quais estarão relacionadas com diferentes questões.

E, ainda assim, não é incomum que o sentimento de culpa se mostre presente, por não conseguir providenciar todo o possível a criança.

Neste sentido, o papel dos pais na vida da criança especial envolve também compreender as suas próprias limitações.

Se permitir observar a si mesmo enquanto uma pessoa que comete erros e que está fazendo o melhor que pode é essencial para manter-se em estabilidade.

Para tanto, se mostra muito interessante que, não só a criança faça acompanhamento, mas os pais também, realizando sessões psicológicas.

Para desempenhar de forma proveitosa e adequada o papel dos pais na vida da criança especial, é importante trabalhar essas questões, visando não somente as questões da criança, mas uma família feliz.

Mais do que tentar trabalhar os sentimentos e dificuldades a todo custo, é preciso aceitar que cuidar de uma criança especial irá promover cuidado constante.

E isso irá trazer momentos de muito cansaço, assim como de sentimentos que irá considerar negativos, mas está tudo bem.

O importante não é tentar os negar, fingindo que tudo é perfeito e não existem problemas, mas encarar as dificuldades e, desta forma, procurar meios de lidar.

Reconhecer que possui dificuldade com a situação, não consegue compreender o diagnóstico com clareza ou como irá lidar, é o primeiro passo.

Se posicionando a aceitar suas fraquezas se torna mais fácil se colocar a buscar auxílio, tanto profissional quanto de amigos e familiares.

Ter o apoio de outras pessoas nesta fase, favorecendo a saúde emocional dos pais, é algo importante também para a criança.

O acompanhamento médico te permite conhecer a situação a nível técnico, compreendendo o que implica para a criança.

Atrelado ao acompanhamento psicológico, se torna possível lidar com suas emoções e se posicionar de forma mais eficaz na vida cotidiana.

Portanto, o papel dos pais na vida da criança especial é muito mais do que fornecer cuidados específicos, é oferecer um lar estável e acolhedor.

Para tanto, é essencial que os pais estejam em equilíbrio mental, o que torna possível que ofereçam o que possuem de melhor.

 

 

Referências:

https://criancaespecial.com.br/a-dificuldade-de-aceitacao-de-uma-crianca-especial-comeca-na-familia/

https://drauziovarella.uol.com.br/reportagens/pais-de-filhos-com-deficiencia-podem-desenvolver-depressao/

https://criancaespecial.com.br/23-coisas-que-os-pais-de-criancas-com-necessidades-especiais/

https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-participacao-dos-pais-no-processo-aprendizagem-aluno-com-deficiencia-mental.htm

https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/familia-x-escola-na-inclusao/56552

 

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https://certosaber.com/o-papel-dos-pais-na-vida-da-crianca-especial/feed/ 0
Relação pais e filhos – Como ter um bom relacionamento com seu filho https://certosaber.com/relacao-pais-e-filhos-como-ter-um-bom-relacionamento-com-seu-filho/ https://certosaber.com/relacao-pais-e-filhos-como-ter-um-bom-relacionamento-com-seu-filho/#respond Fri, 05 Jun 2020 17:06:40 +0000 https://certosaber.com/?p=8803 Relação pais e filhos – A tarefa de desenvolver um bom relacionamento com o seu filho pode, muitas vezes, parecer algo complicado de ser cumprido.

Se, por um lado, há a necessidade de impor limites e educar a criança, por outro, há o desejo de se posicionar enquanto alguém próximo a ela.

Ainda que pareçam tarefas distintas e que, muitas vezes, aparentam anular uma a outra, não é bem assim que as relações funcionam.

Poderá ser trabalhoso, mas também é muito prazeroso, conseguir trabalhar em uma relação positiva com seu filho.

Se posicionar enquanto responsável, transmitindo questões necessárias, mas também como um ponto de suporte e confiança é muito positivo na vida familiar.

Não será uma tarefa fácil conseguir equilibrar as duas questões, mas com o tempo, se percebe que são excludentes, mas sim complementares.

A tarefa da relação pais e filhos pode acabar se mostrando algo mais simples do que imagina.

Essa é uma relação que, como as demais, precisa receber investimentos diários de carinho, respeito e atenção.

Esperar conquistar um relacionamento positivo com uma criança de forma repentina é se posicionar para uma consequente frustração.

Saber que a forma da relação pais e filhos é trabalhar diariamente nessa relação é o primeiro passo para fazê-la dar certo.

Questões relacionadas à individualidade, respeito e rotina familiar podem ser consideradas entre os principais pontos a serem aplicados diariamente.

Ademais, é interessante aplicar hábitos a vida familiar, adequando-os conforme cada família em particular, respeitando suas diferenças.

 

Relação pais e filhos: questões de individualidade

Uma das principais questões que se mostram importantes para o desenvolvimento de um bom relacionamento familiar é o respeito às individualidades.

Não é incomum observar pais que colocam diante seus filhos regras que seguem seus próprios princípios e escolhas.

É compreensível que durante os primeiros anos de vida isso seja feito, uma vez que se busca passar o melhor que compreende a criança.

Assim, a partir de suas próprias experiências, a educação da criança vai se formando, transmitindo a ela uma série de informações.

Aos poucos, os filhos começam a expressar o que apreciam ou não, e é importante que estas questões sejam trabalhadas de forma respeitosa.

Relação pais e filhos
Relação pais e filhos

Aceitar as diferenças que seu filho apresentará ao longo da vida, diante suas ideias e desejos, é algo importante a ser considerado para a relação.

Não há como definir uma fórmula específica da relação pais e filhos, mas se pode partir de aceitar que ele é uma pessoa diferente de você.

Dentre os principais pontos que são abarcados por essa questão, destacam-se:

  • Incentivar sua autonomia e aprendizado;
  • Aprender a ouvir e ser empático;

A princípio pode parecer tarefa fácil incentivar seu filho a se tornar alguém autônomo, óbvia até, enquanto desejos dos pais.

Entretanto, observe que isso pode se tornar um pouco mais complicado quanto isso implica em vivenciar suas próprias dificuldades.

Ver seu filho aprender e desenvolver sua autonomia a cada dia também envolve o deixar sair da zona de conforto e enfrentar situações que gostaria de fazer por ele.

Ainda assim, lembre-se que é indispensável que ele saiba realizar uma variedade de ações de forma individual, podendo se virar sem os pais por perto.

E, permitir que a criança tenha esse conhecimento, não implica em se afastar ou que não será uma figura de importância em sua vida.

Zelar pela autonomia de seu filho é compreender que você pode o auxiliar quando preciso, mas que ele deve saber o que pode fazer sozinho, desenvolvendo confiança em suas próprias habilidades e crescendo de forma mais proveitosa.

Atrelada a essa questão, podemos falar quanto a aprender a ouvir a criança, o que pode se mostrar uma tarefa mais difícil do que parece.

A tarefa da relação pais e filhos pode se mostrar muito mais fácil quando se aprende a ouvi-lo.

Empatizar e ouvir com atenção o que a criança descreve é um fator essencial no desenvolvimento de uma relação positiva.

Se essa questão é trabalhada, conjuntamente já se desenvolve a questão da autonomia e aproximação de pais e filhos.

A medida que se escuta os desejos e opiniões da criança, buscando respeitá-los e conversar a respeito, se trabalha uma posição de apoio e empatia, permitindo que a criança possa falar abertamente sobre dificuldades e acertos.

Se colocar em uma posição de alguém que está sempre correto, menosprezando o que a criança tem a dizer, especialmente sem a ouvir, pode se mostrar um problema no desenvolvimento de uma boa relação.

Experimente dar espaço ao seu filho, a fim de que exponha o que deseja, sem interrupções.

Se permita ouvir e conhecer o que a criança pensa a respeito de determinadas situações ou assuntos, estreitando o laço familiar.

Compreenda que a tarefa da relação pais e filhos é mais do que fazer coisas, é também deixar de fazer.

Assim, experimentar não falar enquanto a criança relata algo, esperando que finalize, pode ser o primeiro passo a ser habituado para uma relação mais proveitosa.

Rotina e presença dos pais em um bom relacionamento familiar

Para além de observar na criança alguém a ser respeitado, ouvindo-a e permitindo o desenvolvimento de sua autonomia, é preciso estar presente.

Fazer parte da rotina da criança é indispensável para que possa a ouvir, assim como realmente a  conhecer.

Da mesma forma, é algo essencial para que a auxilie a desenvolver questões de autonomia e aprendizado referentes a sua faixa etária.

Assim, buscar equilibrar a relação mediando uma rotina familiar pode se mostrar um ótimo auxiliar na busca de relação pais e filhos.

Em muitos casos isso pode se mostrar uma tarefa difícil de ser realizada, em razão das tarefas cotidianas e a dificuldade em manejar horários.

Ainda assim, desenvolver um bom relacionamento estando distante da criança se torna mais complicado, mostrando necessidade de um esforço e dedicação para dedicar algum tempo exclusivo a esta questão.

Neste sentido, considere traçar momentos durante a rotina semanal, mesmo que curtos, visando ter contato com seu filho.

Sempre buscando se lembrar de o respeitar, acolhendo o que ele traz para você, ouvindo e demonstrando interesse por sua vida.

Não é preciso muito para se mostrar um responsável presente, bastando pequenas atitudes, realizadas com frequência a se mostrar participativo.

Considerando isto, tente experimentar ações como:

  • Separar momentos de refeição junto a seu filho;
  • Perguntar como foi seu dia, o que houve de diferente enquanto estavam separados;
  • Questionar quais atividades poderiam fazer juntos;
  • Abrace-o quando puder, faça um cafuné ou outro carinho, mesmo que um sorriso de aprovação diante algo que a criança realizou;
  • Proponha brincadeiras com questões cooperativas para fazerem juntos;

Estas práticas podem ser iniciadas e mantidas durante o desenvolvimento da criança, adaptando-as conforme preciso, fortalecendo o vínculo familiar.

Trabalhar no modo como você e seu filho se relacionam é algo inerente a rotina familiar, pois é algo que deve ser feito a cada dia.

Ter constância nas ações, aplicando-as à sua vida e as tornando algo natural e prazeroso é algo que irá favorecer, ao longo dos anos, sua relação com seu filho.

Considere ainda que, estas são apenas ideias, as quais devem ser mediadas conforme cada realidade familiar.

Saber a relação pais e filhos não é algo que se possa aprender apenas copiando ações que pareçam corretas.

Uma boa relação será baseada em considerar sim indicações gerais, mas adequá-las a você e seu filho, respeitando a individualidade e necessidade de sua família.

Hábitos importantes para desenvolver um bom relacionamento com seu filho.

 

Hábitos que envolvem uma relação agradável com os filhos se mostram como algo muito particular, mas isso não impede de possuir dicas nas quais se basear.

Assim, considere alguns hábitos que se mostram importantes diante a tarefa da relação pais e filhos.

Utilize-os como uma forma de te trazer uma base, adaptando-as à sua realidade.

Descubra o que se mostra mais interessante e eficiente na relação com seu filho, aplicando-a a seu dia-a-dia.

 

  • Cuide de você

Parece bobagem destacar algo assim, uma vez que o foco aqui discutido são as relações com o outro.

Entretanto, é indispensável considerar que para podermos no dedicar de forma adequada a uma relação é preciso que primeiro estejamos bem interiormente.

Não deixe de investir em algum tempo só seu, realizando uma atividade como terapia, meditação ou um esporte, algo que te conecte a si e permita trabalhar o estresse do cotidiano.

Confira 10 receitas saborosas e nutritivas

  • Respeite o tempo com a criança

Ter algum tempo para você é importante. Focar no trabalho quando é preciso também. Mas, lembre-se de focar em seu filho quando for o momento de estar com ele.

Experimente deixar o celular de lado ou desativar suas notificações.

Quando for se dedicar a ter uma conversa, brincar ou simplesmente passar algum tempo vendo tv com seu filho, se dedique a essa atividade.

Mostre a criança que respeita a atividade na qual estão envolvidos e que preza pelo tempo que está sendo vivenciado ao seu lado.

  • Cada filho é único

Ter mais de um filho significa trabalhar em mais de uma relação.

Mesmo que as crianças sejam de idades similares, é preciso compreender que são seres individuais e merecem ser tratadas como tal.

Assim, busque dedicar momentos para passar junto a todos os filhos, enfatizando a cooperação familiar, mas tente também aplicar as ideias de um bom relacionamento de forma individual.

Tente mostrar equilíbrio, passando algum tempo exclusivo com cada um de seus filhos, a fim de demonstrar a sua importância enquanto pessoa única em sua vida.

 


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  • Respeite os sentimentos da criança

Talvez dentre as ações descritas mediante a relação pais e filhos essa seja sim uma regra.

Mostrar a seu filho que aceita seus sentimentos, buscando sempre conversar a respeito a fim de compreender e explicar o que for preciso é essencial.

Se a criança está chorando, deixe-a. Não recrimine o que ela está sentindo, mas busque compreender suas razões, se mostrar enquanto suporte.

É importante auxiliar a criança aprender a lidar com suas emoções, visando que possa as ter em maior equilíbrio enquanto se desenvolve.

Ademais, demonstrar apoio e compreensão favorece a ela o ter enquanto alguém de confiança, fortalecendo uma boa relação.

 

  • Aproveite e respeite cada fase de seu filho

Quando se discute sobre relação pais e filhos se fala mais do que estar presente em uma única fase, mas durante sua vida.

Assim, é importante considerar que a criança irá passar por transições, sendo único cada período de desenvolvimento.

Busque adequar as formas de relação entre vocês e as atividades conforme a sua fase e/ou faixa etária, conforme se mostrar necessário.

Pode ser que realizar estas adaptações seja difícil, mas é preciso considerar que conforme crescem, as questões que permeiam o mundo da criança irão mudar.

Os interesses e necessidades de seu filho irão se alterar ao longo dos anos, portanto, é preciso estar ciente de que a forma da relação também irá.

Isso não indica que a uma determinada idade vocês irão se afastar ou que você deixe de ter importância a seu filho.

Diferentes fases significam apenas formas variadas de interação, adequando-as à realidade existente no momento.

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Presença e respeito

A depender do ponto de vista, a tarefa de relação pais e filhos pode parecer muito fácil ou muito difícil.

Mas, não será nenhum dos dois. Haverão momentos de maior facilidade e outros em que dificuldades irão se apresentar.

De forma geral, é preciso se lembrar de pontos principais que estão em qualquer outra relação: estar presente e respeitar o outro.

A criança, como qualquer outro indivíduo, merece receber um bom tratamento, sendo respeitada e amada por suas individualidades.

Quando estas pontuações estão claras se torna muito mais fácil basear seus comportamentos a fim de ter uma boa relação com seu filho.

Estar presente em sua vida e ter interesse em suas atividades, respeitando o seu tempo de desenvolvimento, é o início para conquistar uma relação agradável com a criança.

Em seguida, basta buscar manter as ações positivas entre vocês de forma recorrente.

Lembrando-se que nenhuma relação se forma do nada, é preciso se dedicar a ela e seguir investindo em sua qualidade, mesmo que um pouco a cada dia.

 

 

Referências:

https://www.dicasdemulher.com.br/como-fortalecer-sua-relacao-com-seus-filhos/

https://vipzinho.com.br/confira-10-dicas-para-um-bom-relacionamento-entre-pais-e-filhos/

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https://certosaber.com/relacao-pais-e-filhos-como-ter-um-bom-relacionamento-com-seu-filho/feed/ 0
Criança tímida – DIFICULDADES DE RELAÇÕES SOCIAIS INFANTIS https://certosaber.com/crianca-timida-dificuldades-de-relacoes-sociais-infantis/ https://certosaber.com/crianca-timida-dificuldades-de-relacoes-sociais-infantis/#respond Thu, 02 Jan 2020 18:25:22 +0000 https://certosaber.com/?p=8627 As relações sociais se mostram como um fator extremamente importante na vida das pessoas, começando no período da infância.

Muitos pais e/ou cuidadores podem encontrar dificuldade em compreender o que implica o desenvolvimento dos filhos diante as questões relacionais.

Compreender se o filho apenas se mostra tímido ou se apresenta dificuldade de relacionar-se socialmente pode ser uma dúvida bastante comum.

Não é uma questão simples de ser respondida, tampouco de ser solucionada quando é o caso, pois requer paciência e persistência por parte dos cuidadores.

Assim, é importante que se tenha maior ênfase em buscar compreender o que implicam as dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) e as melhores formas para manejar esta situação.

O que implicam as dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida)?

Para muitos pais e cuidadores pode ser difícil identificar o que se caracterizam enquanto dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida).

Um dos principais fatores para esta dificuldade é a realidade única de cada criança.

Sua forma de interagir irá variar conforme as variáveis de sua vida, abarcando seu ambiente, o que já experenciou e como suas habilidades sociais vem sendo trabalhadas.

Ao início da infância, por volta dos dois anos, quando a criança começa a brincar em outros locais além de sua casa, como parquinhos, é bastante provável que ela tenda a preferir atividades solitárias.

Neste caso, dificilmente poderíamos implicar a dificuldade relacional desta criança com algo que represente muito mais do que uma timidez típica de sua idade.

Não se pode deixar de considerar que, alguém nesta faixa etária, provavelmente teve pouco contato com seus pares, assim como com pessoas que não sejam de sua família.

Neste sentido, interação é vista como algo a se desconfiar, pois o outro é desconhecido, e a evitação social pode ser colocada enquanto uma forma inicial de defesa.

Não seria uma situação para se preocupar, mas para incentivar a criança a se relacionar com novas pessoas, a fazendo, por exemplo, através de propor brincadeiras.

A presença dos pais se caracteriza, portanto, como algo a facilitar, intervir de forma a trazer formas para que as crianças interajam entre si.

O papel dos pais é, portanto, ser um facilitador, transmitindo confiança a criança conforme for necessário, propondo atividades que facilitem o envolvimento dos pares.

Através deste tipo de ação, uma criança que aparentava ter dificuldades de se relacionar, irá, na maioria das vezes, apresentar variações na interação com seus pares, melhorando suas habilidades sociais.

As dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) começam a ser consideradas quando a criança persiste em um comportamento de evitação dos pares, mesmo diante estímulos que facilitam o contato.

Criança tímida
Criança tímida

Deste modo, é importante observar situações como se a criança evita interação, mesmo quando se vai a um mesmo local, diante as mesmas crianças, ou ignora as estratégias de brincadeiras propostas com frequência.

Ademais, esta questão torna-se muito mais fácil de ser observada a partir da idade escolar, pois a criança é posta em um ambiente que facilita a interação.

A escola se caracteriza como um dos principais facilitadores para a socialização, pois fornece oportunidades para que a criança interaja com seus pares.

Deste modo, quando esta fase se inicia a criança aprende aos poucos a interagir de forma mais complexa e aproximada com as outras, pois o ambiente estimula este tipo de contato.

Quando existe persistência no comportamento de dificuldade relacional, mesmo diante um ambiente que transmite familiaridade e conforto, então temos o início de uma situação que deve despertar maior atenção dos pais ou cuidadores.

As dificuldades de relações sociais na infância devem ser consideradas como algo sério, pois irão interferir no desenvolvimento do sujeito e, portanto, em sua vida adulta.

É por essa razão que, diante a persistência em evitar contato com outras crianças, se define que é o momento adequado de considerar buscar auxílio de um profissional de psicologia infantil.

 

Por definição, o que seria a socialização infantil?

A socialização infantil, por definição, vem a ser compreendida da mesma forma que a de adultos, a diferença é que com a criança o processo ainda é desconhecido e, portanto, tende a ser mais complexo de ser vivenciado.

Para a criança, socializar-se envolve um processo primeiro de envolver-se e criar vínculos com sua família e, posteriormente, com outros pares, principalmente no ambiente escolar.

O processo de socialização em si compreende tornar-se parte de algo, envolver-se com um novo grupo, aprendendo hábitos e assimilando a cultura a fim de fazer parte do grupo.

Assim, socializar-se é um movimento constante de aprendizado do que é considerado correto e incorreto no grupo, passando a buscar adequar-se a estes comportamentos.

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Deste modo, observa-se que esta questão é algo que se inicia na infância, aprendendo valores e costumes familiares, mas perdura por toda a vida, interagindo e absorvendo o que rege os demais grupos nos quais buscam ingressar.

Dentre os primeiros ambientes que promovem a relação social para a criança, temos dois principais:

  • A família;
  • O âmbito escolar.

A socialização infantil começa em primeira instância ainda no contato familiar, o qual se pauta como um exemplo o qual a criança vai seguir a fim de se comportar nas situações futuras.

Um envolvimento familiar que permite a criança sentir-se confiante diante o contato com outras pessoas promove um sujeito que tende a ter relações sociais mais positivas.

Posteriormente, a socialização infantil atrela-se a seu contato escolar.

Na maioria das vezes, é no ambiente escolar que a criança vivência suas primeiras interações sociais com desconhecidos, longe dos pais, possibilitando desenvolver habilidades sociais e de autonomia.

Isso é facilitado, pois a realidade escolar possibilita o contato com outras crianças da mesma faixa etária, assim como com adultos, como professores e outros funcionários.

Comumente as dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida)serão percebidas neste contexto, dado os estímulos constantes e facilitadores que não evocam respostas sociais positivas da criança.

A importância dos primeiros vínculos para a socialização adequada.

Em muitos casos, as dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) se dão em decorrência de uma socialização inadequada na primeira infância.

As primeiras experiências sociais das crianças se dão quando ainda são bebês e, portanto, correspondem a interações com:

  • Pais;
  • Cuidadores;
  • Familiares próximos.

É através do contato com estas pessoas, geralmente presentes desde o nascimento, que a criança consegue adquirir algum nível de confiança no mundo que a cerca.

Quando a criança atinge a idade em que começa a interagir com outras, algum adulto pode auxiliar, promovendo brincadeiras, mas é importante considerar a efetivação do contato como dependente da criança.

Por vezes, ocorre a evitação desta, pois a criança não se sente confiante a interagir de forma adequada com aquilo que tem como desconhecido.

Quando a criança cresce vivenciando um desenvolvimento adequado de vínculo com seus familiares ela se sente segura, o que torna mais provável que tenha condições para lidar com o mundo externo.

A mãe, pai ou cuidadores, representam o ambiente da criança, enquanto ela não pode fazer as coisas por conta própria ou falar a respeito.

Assim, fica sendo tarefa dos adultos ao redor compreender suas necessidades e demonstrar de forma empática o seu auxílio e apoio diante as necessidades que são apresentadas.


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Para evitar questões voltadas as dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) é imprescindível que a criança tenha sua experiência social inicial seja positiva.

É ainda bebê que a pessoa inicia o seu aprendizado de habilidades necessárias para interagir com outros sujeitos, dentre as quais se configura a inteligência emocional.

Dividida em dois tipos, o desenvolvimento da inteligência emocional é fator determinante na forma em que a criança vai lidar com o mundo exterior.

Os tipos configuram-se entre:

  • Inteligência cognitiva;
  • Inteligência afetiva.

A junção destas duas características dá a criança uma base saudável para que possa se relacionar com o que é exterior a ela e a sua família, o primeiro grupo social a qual se faz pertencente.

O desenvolvimento da inteligência cognitiva auxilia a criança a aprender questões de raciocínio lógico, assim como perceber diferentes ângulos para uma mesma situação.

Assim, é um fator que permite uma interação na qual a criança compreende a perspectiva das outras, o que se postula enquanto um facilitador nas relações.

A inteligência afetiva, por sua vez, conecta-se a habilidade de experenciar e aprender a reconhecer emoções, tanto em si mesma quanto nas outras pessoas.

Nenhuma dessas habilidades são inerentes aos seres humanos, mas são de extrema importância para que possam construir boas relações sociais.

O desenvolvimento da inteligência emocional ocorre de forma constante ao longo da vida, mas se inicia na infância, ainda nos primeiros contatos socais da criança.

Quando ocorre de forma satisfatória tende a colaborar de forma efetiva para a vida social infantil, evitando problemáticas nesta área.

Por se tratar de algo que se inicia tão cedo, é indispensável que os pais e/ou cuidadores compreendam sua importância no desenvolvimento infantil, prezando que isto seja algo visado.

Dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) dificilmente se mostram presentes em crianças que vivem em um ambiente acolhedor e facilitador diante seu desenvolvimento cognitivo e emocional.

Limites X autonomia: O quanto a socialização é tarefa dos pais e da criança.

Ainda que o primeiro ambiente relacional da criança seja sua interação com a família e, posteriormente, os pais possam – e devam – oferecer auxílio quando necessário, é preciso que se tenha um limite.

Oferecer auxílio, possibilitando que a criança se sinta confiante e apoiada é extremamente importante, mas é preciso também visar que ela aprenda a ser autônoma.

Não será tarefa fácil, mas é importante encontrar um ponto de equilíbrio que permita a criança expressar suas vontades e sentimentos sozinha.

Isso promove no sujeito a sensação de confiança, quanto a ser quem deseja, mas ainda assim respeitando os limites e contenção que são postos pelos adultos.

Tanto na interação com os pais quanto posteriormente já na escola, a criança irá ter de lidar com seus desejos entrando em conflito com as regras do ambiente.

Assim, evitar dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) é também preparar esta criança para as possíveis frustrações que irão ocorrer em sua vida diária.

É preciso que exista um equilíbrio entre saber se expressar, pautar-se de forma confiante quanto as suas vontades, mas entender que muitas coisas ocorrem de forma diferente e será preciso respeitar.

Quando existe um olhar criterioso para essa questão evita-se que, por exemplo, a criança entre em conflito com seus pares em razão de frustrações ou desrespeito diante a interação.

Saber equilibrar a autonomia da criança com os limites impostos pelos cuidadores e pelo ambiente externo é auxiliar diretamente em um desenvolvimento adequado de sua inteligência emocional.

Uma criança que desde pequena é ensinada da melhor forma a lidar com seus sentimentos, torna-se mais capaz também de lidar com frustrações e a respeitar o outro.

Essa questão é imprescindível diante a questão de lidar com dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida), pois este contato entre crianças não se baseia somente em brincadeiras.

A interação infantil também irá envolver regras, formas especificas de pertencer a um grupo, pois funciona da mesma forma que se compreende a socialização de forma geral.

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Considerando isso, lidar com dificuldades de relações sociais infantis (Criança tímida) vai muito além de colocar a criança em situação de contato com seus pares, é preciso considerar aspectos como:

  • Promover interação adequada com pais/cuidadores;
  • Possibilitar o desenvolvimento da autonomia;
  • Oferecer um ambiente acolhedor no qual a criança se sinta confiante;
  • Trabalhar o desenvolvimento de sua inteligência emocional.

Uma criança com boas relações sociais representa um longo trabalho que tem seu início ainda no contexto familiar, sendo trabalhado desde os meses iniciais.

Quando isto não ocorre e a criança apresenta dificuldades de relações sociais infantis(Criança tímida), independente dos motivos ligados ao quadro, é interessante a presença de auxílio profissional.

Neste sentido, realiza-se um acompanhamento com psicólogo infantil, visando desenvolver as habilidades sociais na criança, auxiliando-a a viver com mais qualidade.

Assim, compreende-se que esta não é uma questão a ser discutida apenas quando a criança atinge a idade escolar, mas sim algo que deve ser visado de forma constante.

Buscar promover ao seu filho possibilidades saudáveis de relações sociais é auxiliá-lo a ter uma vida adulta com muito mais qualidade cognitiva e emocional.

 

 

Criança tímida – Referências

 

http://plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=116

https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/pedagogia/a-socializacao-na-educacao-infantil.htm

https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Desenvolvimento/noticia/2017/12/minha-filha-nao-quer-brincar-com-ninguem-o-que-eu-faco.html

http://www.enciclopedia-crianca.com/relacoes-entre-pares/segundo-especialistas/origem-das-dificuldades-nas-relacoes-entre-pares-na

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https://certosaber.com/crianca-timida-dificuldades-de-relacoes-sociais-infantis/feed/ 0
FILHOS QUE NÃO VALORIZAM OS ESTUDOS https://certosaber.com/filhos-que-nao-valorizam-os-estudos/ https://certosaber.com/filhos-que-nao-valorizam-os-estudos/#respond Thu, 19 Dec 2019 17:05:59 +0000 https://certosaber.com/?p=8631 Muitos pais encontram na fase escolar dos filhos um longo período de desafios, percebendo-se sem estratégias para que a criança se veja interessada no aprendizado.

É uma fase de bastante preocupação com os filhos que não valorizam os estudos, o que se torna mais difícil quando se considera apenas a criança, mas se está diante uma situação que envolve também os pais e a escola.

A falta de valorização dos estudos pode levar a criança ao baixo aproveitamento do ensino que recebe, resultando em notas baixas e, por vezes, diminuição na autoestima por conta disso.

Observa-se, portanto, que lidar com filhos que não valorizam os estudos é uma tarefa importante a ser feita, visando maior qualidade de vida à própria criança.

Pode parecer uma tarefa complexa fazer com que os filhos sintam interesse nas questões escolares, mas aplicando as estratégias adequadas se percebe que não é algo complexo como pode aparentar.

De forma geral, compreende-se como indispensável a valorização dos estudos uma participação ativa dos pais e da escola diante cada etapa educacional.

 

A importância do contexto e explicação por parte dos pais.

Não só as crianças, mas as pessoas em geral possuem mais dificuldade em demonstrar interesse e valorizar o que não compreendem.

Um dos passos indispensáveis para aumentar o interesse das crianças pelos estudos é explicar, conforme possível, o motivo de estar o fazendo.

Esta abordagem irá variar bastante, conforme a criança e a sua idade, cabendo aos pais refletir a melhor forma de fazê-lo.

É importante pautar esta questão de forma realista, explicando o porquê é importante dedicar-se aos seus estudos, atrelando a realidade ao motivo, mas o fazendo de forma que a criança possa compreender.

Muitos pais descrevem filhos que não valorizam os estudos, mas colocam o período educacional como uma obrigação para a qual a criança não sabe o objetivo.

Isso torna muito mais complexa a tarefa de despertar o interesse do filho, pois o momento de aprendizado não é percebido de forma positiva, mas como uma imposição a ser realizada.

Da mesma forma que muitos pais trazem explicações no momento da alimentação ou do banho, por exemplo, também devem fazê-lo em relação aos estudos.

É preciso que a criança compreenda os motivos existentes para dedicar-se a tarefa e estes pareçam interessantes para ela.

Por esse motivo que esta estratégia se mostra variável para cada criança, pois cada uma irá se interessar por aspectos diferentes.

Afirmar ter filhos que não valorizam os estudos é, muitas vezes, ter filhos que não compreendem a razão de terem de estudar e, por essa razão, não o fazem com zelo.

filhos que não valorizam os estudos
filhos que não valorizam os estudos

O apoio familiar é um dos pontos mais importantes

Não é incomum que as famílias afirmem estarem diante filhos que não valorizam os estudos, porém não estarem presentes na valorização desta questão.

A família apoiar a criança é um dos aspectos fundamentais para que a criança possa demonstrar interesse diante os períodos dedicados ao estudo.

Uma criança que tem os pais e/ou cuidadores como suporte diante sua vida escola tende a apresentar melhores resultados.

Observa-se, neste sentido uma melhora em questões como:

  • Sentimento de apoio;
  • Disposição a realizar tarefas;
  • Maior possibilidade de desenvolvimento escolar;

Quando os pais estão presentes na vida educacional dos filhos, a criança tende a ter maior sentimento de apoio, o que auxilia a demonstrar interesse por suas atividades.

O importante diante esta questão é que o estar presente vai além de frequentar reuniões escolares ou ordenar que a criança estude.

Apoiar a criança diante seus estudos é realmente envolver-se em suas questões escolares, pautando-se em comportamentos como:

  • Tornar-se um exemplo: ler, fazer atividades em casa e demonstrar que o estudo é importante e pode ser agradável;
  • Auxiliar nas tarefas de casa: Apoiar a criança é essencial, auxiliando nas dificuldades, sempre de forma cautelosa para não fazer as atividades por ela;
  • Criar um ambiente tranquilo de estudos;

Ademais, é importante demonstrar que está presente para auxilia-la quando necessário, elogiando quando for coerente.

O elogio é uma ferramenta positiva a ser adicionada, pois auxilia a criança a perceber quando está tendo um comportamento considerado satisfatório.

Em contrapartida, diante ações que os pais não aprovam ou mesmo diante algo que a criança tenha bastante dificuldade, é importante evitar resolver de forma negativa.

Não é incomum que os pais tenham dificuldade para lidar com as dificuldades de uma forma que não sejam gritos ou exclamações de frustração, mas é importante que isso não seja algo que se repete com frequência.

É importante compreender que cada criança irá aprender no próprio tempo, abordando ângulos diferentes de uma mesma questão, e é preciso respeitar seu espaço.

Assim, através de poucas mudanças iniciais, geralmente já se torna possível observar maior disposição da criança em realizar as tarefas de casa, por exemplo.

Isso vai ocorrer aos poucos, conforme a criança aprende que o ambiente se tornou acolhedor e que ela tem em sua família uma base para apoiar suas dificuldades educacionais, assim como para elogiar quando as faz devidamente.

Deste modo, com o tempo a criança tende a se desenvolver melhor educacionalmente, pois terá mais tempo dedicando-se as atividades escolares.

O que antes era percebido de forma negativa, torna-se uma dificuldade que pode vir a ser superada, através das próprias ações e do apoio que recebe da família.

Mudar a afirmação quanto aos filhos que não valorizam os estudos, não é uma tarefa fácil e que será feita com rapidez, mas é algo totalmente possível de ser realizado.

Envolvimento entre escola e família é essencial.

Um dos fatores mais importantes e que se atrela diretamente ao apoio familiar é o envolvimento da família com a escola.

Conversar com os professores, ter frequência em reuniões escolares e buscar compreender mais a respeito do filho em ambiente escolar é algo indispensável.

Em muitas situações se percebe a discussão quanto aos filhos que não valorizam os estudos, mas esquece-se de que isso pode, por exemplo, ser resultado de uma dificuldade.

Na escola a criança encontra no corpo docente um apoio diante as matérias que possui maior dificuldade em aprender, mas em casa, por vezes, isso não ocorre.

A situação acaba por tornar-se um ciclo complexo, pois em razão de dificuldades a criança evita as situações relacionadas ao aprendizado, o que fortalece nos pais a ideia de que não há valorização.

Se existe um acompanhamento familiar regular dos estudos dos filhos, torna-se mais fácil perceber onde a criança tem facilidade e onde encontra empecilhos.

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Em paralelo, uma família que possui envolvimento com a escola possivelmente terá maiores chances de saber a respeito de antemão, pois é algo que os professores irão notar.

Assim, torna-se possível fazer um trabalho em via dupla, pais e professores, agindo em prol de incentivar ao domínio do que a criança sabe, assim como do que tem dificuldade.

Ademais, este envolvimento também se mostra muito benéfico na medida em que os pais podem aprender novas estratégias com os professores do filho.

Muitas vezes, os pais irão queixar-se quanto a filhos que não valorizam os estudos, mas não se voltam as possibilidades para mudar esta situação.

Buscar pela opinião dos professores é uma ótima medida, uma vez que permite tomar conhecimento de aspectos como:

  • Sobre o filho em ambiente escolar;
  • As matérias de maior dificuldade da criança;
  • Estratégias pedagógicas a serem aplicadas em casa;

Assim, mudar a situação quanto a filhos que não valorizam os estudos, não é uma tarefa individual, mas conjunta.

Não será a criança, os pais ou a escola que devem se responsabilizar por uma alteração neste quesito, mas todos juntos, cada um conforme suas possibilidades.

Filhos que não valorizam os estudos: dicas para facilitar o envolvimento da criança com o ensino.

Diante a situação de filhos que não valorizam os estudos, a estratégia básica volta-se ao apoio dos pais e o envolvimento conjunto da escola.

É importante compreender que existem mais estratégias, as quais podem parecem dispensáveis, mas são importantes de serem consideradas.

Aplicando estratégias simples na vida diária da criança, tornar-se mais fácil despertar seu interesse e auxiliar a perceber os estudos de forma mais valorizada.

  1. Identifique as dificuldades da criança

Em muitos casos a criança parece não valorizar os estudos, pois possui dificuldades e acaba por evitar ter de lidar com elas.

Nesse sentido, percebe-se o quanto é essencial o contato entre pais e professores, pois através do trabalho conjunto torna-se mais fácil notar a área em que a criança precisa de mais incentivo.

 

  1. Demonstre interesse por seu cotidiano

Mais que ordenar que a criança estude e envolver-se com a escola é importante demonstrar interesse genuíno por sua vida cotidiana.

Crie o hábito de conversar sobre como foi o seu dia, quais matérias foram lecionadas, o que gostou ou não.

Isso permite uma aproximação entre pais e filhos, tornando mais fácil compreender a situação escolar da criança.

 


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  1. Auxilie nas atividades de forma interessante

Muitas tarefas podem não despertar o interesse da criança quando explicadas de forma rotineira.

Assim, pode ser positivo entrar em contato com os professores, buscando meios lúdicos e divertidos de transmitir o conteúdo.

 

  1. Tenha foco em soluções

Não é incomum que famílias com filhos que não valorizam os estudos tendam a voltar seu olhar em busca de um culpado.

Isso não é a alternativa ideal, uma vez que não auxilia a resolver o que está sendo visto como problemática.

Foque nas soluções possíveis para que a criança tenha o interesse despertado e melhore seu desenvolvimento, utilizando o tempo de forma proveitosa.

 

  1. Auxilie a criança a se organizar

Da mesma forma que uma criança que não compreende o objetivo de estudar terá pouco interesse, o mesmo vai acontecer diante outras atividades mais prazerosas.

Se, para a criança ver televisão é mais agradável, ela não vai ficar satisfeita de deixar isso de lado e ir fazer a tarefa de casa.

Assim, é importante ter horários definidos para os estudos, no qual a criança sabe que são voltados unicamente para este fim.

 

  1. Evite distrações

O horário de estudos deve ser unicamente para este fim.

Assim, é importante evitar que exista televisões ligadas por perto, outras crianças brincando ou quaisquer distrações.

A criança deve aprender que o estudo é uma de suas responsabilidades e que deve a fazer com zelo para que, somente depois, possa se voltar a outras atividades.

  1. Não faça trocas ou subornos

Valorizar o estudo também envolve compreender sua importância por ser o que é, algo que possibilita desenvolvimento.

Não é ideal entrar em acordos como algumas horas de estudo para ganhar doces ou tempo a mais no videogame.

É importante que a criança se volte ao estudo porque é uma responsabilidade importante, não porque irá resultar em algo de seu interesse.

 

  1. Não use de estratégias negativas

Desvalorizar a criança, comparando-a com os irmãos ou qualquer outra criança não é adequado.

Do mesmo modo, não é interessante fazer uso de força, gritos ou qualquer outra estratégia que adicione estímulos negativos no ambiente da criança.

Lembre-se que a criança, por vezes, já não considera o horário de estudos como positivo e receber comentários negativos ou gritos certamente não será uma adição positiva.

  1. Crie uma rotina de sono

Muitas crianças podem se apresentar enquanto filhos que não valorizam os estudos por não terem energia para dispensar a atividade.

Estudar requer concentração, o que depende de uma boa carga de disposição que só ocorre em consequência de boas noites de sono.

Especialmente na infância é indispensável que a criança tenha uma rotina de sono adequada, tendo um horário definido para ir dormir, no qual tenha tranquilidade para tanto.

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  1. Seja o exemplo e incentive

Ser um adulto voltado aos estudos não garante que seus filhos também sejam, mas é um facilitador diante esta questão.

Uma criança que observa os pais atarefados o tempo todo, sem uma organização prévia pode ter mais dificuldade em compreender e aceitar o porquê deve ter os estudos organizados.

Muitas ações são aprendidas através da observação e imitação, assim compreende-se que uma criança que vive em um ambiente calmo e organizado, tende a agir do mesmo modo.

 

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Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade TDAH https://certosaber.com/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/ https://certosaber.com/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/#respond Thu, 12 Dec 2019 17:35:06 +0000 https://certosaber.com/?p=8629 Na atualidade o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) tornou-se um assunto recorrente, especialmente entre os pais e os profissionais que atuam na área da saúde.

Mesmo diante a recorrência deste tema nas conversas, observa-se que muita gente ainda possui dúvidas quanto ao que é e o que esse quadro denota na vida das crianças.

Assim, é muito importante que existam conversas e informação coerente a respeito da temática, possibilitando maior conhecimento para todos os interessados.

 

O que é o Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH)?

Se perguntarmos a alguém que não é profissional da saúde ou não convive com uma criança diagnosticada com o Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH), provavelmente essa pessoa não saberá o que responder.

Na melhor das hipóteses, irá desenvolver uma devolutiva com o que é de conhecimento popular, como que é algo que causa desatenção e agitação constante.

Ainda que esses sejam realmente sintomas do quadro, ele se apresenta como algo muito mais complexo do que isso.

É preciso muito cuidado ao compreender o que é o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH), evitando considerar toda e qualquer pessoa no quadro em razão de apresentar algum dos sintomas.

Geralmente este quadro é atrelado as crianças, pois conta com sintomas que devem se manifestar neste período de forma obrigatória.

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Porém, mais que a presença de sintomas, o quadro é definido em razão do diagnóstico que irá afirmar a presença do distúrbio, sendo este de origem neurobiológica.

O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH) é, portanto, um distúrbio neurobiológico, tendo origem genética, que afeta a atenção e o controle psicomotor do sujeito.

Seus primeiros sinais se apresentam já na infância, abarcando os meninos muito mais do que meninas, e apresentando uma taxa de até 5% entre as crianças em idade escolar.

Geralmente os pais notam os primeiros sinais em razão dos sintomas mais comuns, como a dificuldade para se concentrar nas atividades e constante agitação psicomotora.

Esse distúrbio está classificado entre os diversos presentes no Manual de Classificação das Doenças Mentais (DSM.IV), onde é dividido em três diferentes categorias:

  • Quadro com sintomas de desatenção;
  • Quadro com sintomas de hiperatividade e/ou impulsividade;
  • Quadro combinado – desatenção e hiperatividade.

Em quaisquer dessas categorias, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH) é algo que deve ser compreendido de modo sério, assim como tratado do mesmo modo.

As pessoas que são diagnosticadas neste distúrbio possuem maior possibilidade de desenvolver outros tipos de quadros, tais como a ansiedade e/ou depressão.

Essa possibilidade é algo que se atrela a todas as faixas, embora se torne muito mais comum no período da adolescência em razão de possível abuso de álcool e outras drogas.

Embora o diagnóstico seja, em geral, realizado na infância, a pessoa com esse distúrbio é alguém que terá de conviver com isso pelo restante da vida, o que aumenta a importância de um diagnóstico precoce.

Muitas das vezes, mesmo na atualidade, percebe-se certo desleixo diante esse cuidado, pela presença de pessoas que defendem o distúrbio como uma invenção da indústria farmacêutica.

Considerar esse entendimento é aplicar um cuidado desleixado a saúde da criança, pois este distúrbio é algo real, sendo reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Muitos países no mundo já abrangeram esse reconhecimento e em alguns, como o Estados Unidos, o sujeitos diagnosticados são protegidos por lei, possuindo direito a aspectos diferenciados na unidade escolar.

Permitir-se seguir desinformado quanto ao transtorno do déficit de atenção ou conhece-lo, mas encarar os sintomas de forma ingênua, pode tornar-se algo perigoso.

Ignorar sintomas aparentes é tirar possibilidades da criança vivenciar uma infância e desenvolvimento de modo mais saudável.

TDAH
TDAH

As causas que envolvem o Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade(TDAH).

Na atualidade o consenso existente é de que as causas envolvidas no distúrbio estão relacionadas prioritariamente a questões genéticas, não enquanto causa definida, mas enquanto predisposição.

Além da causa genética, os recentes estudos apontam outros fatores que parecem colaborar para o desenvolvimento do quadro.

Atualmente, esses estudos concentram seu foco em aspectos como:

  • Hereditariedade;
  • Substâncias ingeridas pela mãe durante a gravidez;
  • Problemas no parto;

Diante a questão da hereditariedade observa-se, por exemplo, que famílias onde já existem casos de crianças com diagnóstico do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade possuem maiores chances de ocorrência de novos casos.

O padrão observado até o momento é de possibilidades referentes a 2 a 10 vezes mais chances de apresentar o distúrbio que famílias onde nunca houve este diagnóstico.

Outro aspecto observado neste sentido, são os diagnósticos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em gêmeos.

Observa-se nesse sentido que os bebês univitelinos, os quais compartilham a mesma carga genética, apresentam sintomas similares do quadro quando há o diagnóstico.

Por outro lado, gêmeos fraternos contam com aspectos diferentes quando ao distúrbio, o que não somente colabora com a questão da hereditariedade, mas auxilia a refutar hipóteses quanto ao ambiente, pais ou dieta como facilitadores do quadro.

A questão relativa a ingestão de substâncias pela mãe diz respeito, por exemplo, ao uso de álcool e outras drogas.

Sabe-se que o uso destes pode causar alterações no cérebro do bebê, particularmente na formação do lobo frontal, área que é atingida nos quadros de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

Muitas pesquisas têm sido apresentadas, indicando fatores como o alcoolismo como predisposições ao nascimento de bebês que irão apresentar o distúrbio.

Ainda assim, esta ainda é apenas uma hipótese, a qual vem sendo estudada e que apresenta resultados de associação entre o uso e o diagnóstico, porém ainda não há comprovação de causa e efeito.

Em relação aos problemas no parto os estudos vem demonstrando que sofrimento no parto pode estar relacionado ao diagnóstico do quadro, mas ainda é apenas uma suposição que vem sendo considerada.

Outro ponto que essa linha busca compreender é se a dificuldade no parto, assim como na gravidez, não se relaciona a um quadro de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade referente a mãe.

Se a mãe não foi diagnosticada, porém vem a vida toda lidando com o distúrbio, ela possui os genes referentes ao quadro e, portanto, isso trabalharia a embasar a teoria que vem sendo mais aceita.

Existem outras situações as quais vem sendo estudadas, dada a relação feita diante os sintomas e a possibilidade do diagnóstico, embora muitas já tenham sido refutadas.

A exposição por chumbo, por exemplo, pode, por vezes, ser citada entre as causas dos sintomas envolvidos no quadro.

Entretanto, uma intoxicação por essa substância irá apenas apresentar sintomas similares ao quadro de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, mas a história clínica e modo de tratamento serão diferentes.

Além desta, observa-se que constantemente as pessoas atrelam o diagnóstico a fatores como:

  • Aspartame e corante amarelo – substâncias alimentícias;
  • Deficiências hormonais;
  • Deficiências na dieta alimentar.

Mesmo diante uma forte crença popular nestes fatores é indispensável compreender que estas nada tem de ligação com o início dos sintomas, havendo comprovação cientifica a respeito.

Assim como as possíveis causas que vem sendo pesquisadas na atualidade, estas também foram investigadas, apresentando resultados negativos quanto a sua conexão diante os quadros.

 


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Os principais sintomas.

O transtorno do déficit de atenção apresenta alguns sintomas que são principais, destacando-se diante o comportamento do sujeito.

Dentre estes contemplam-se:

  • Desatenção;
  • Hiperatividade;
  • Impulsividade;
  • Dificuldade na relação familiar;
  • Dificuldade na relação social;
  • Baixo desempenho escolar e/ou profissional.

O grau em que esses sintomas se mostram presentes, assim como a forma que comprometem o sujeito, será diferente de cada caso em particular.

Por vezes, é possível observar a prevalência de um dos sintomas, notando também o que a sua presença apresenta enquanto dificuldade para o sujeito.

No caso da desatenção, por exemplo, observa-se que há muita dificuldade para organizar as atividades com as quais se envolve, assim como de seguir instruções que lhe são dadas.

Isso pode acarretar em uma troca constante das atividades que estão sendo realizadas, dada a distração fácil e o esquecimento diante o que estava sendo feito.

Não é incomum que isso apresente consequências como maior dificuldade para se atentar a detalhes e iniciar atividades que requerem atenção neste quesito, o que causa queda no desenvolvimento escolar e, posteriormente, profissional.

As pessoas que contam com o sintoma da hiperatividade irão ver atividades que requeiram silêncio e calmaria como um grande desafio.

Assim, apresentam sintomas como impaciência constante, impulsividade diante as atividades a serem feitas, intromissão nos assuntos alheios ou precipitação mesmo diante as conversas em que está envolvido.

Cada um desses sintomas irá também afetar a vida social deste sujeito, alterando o funcionamento de sua relação familiar e com as outras pessoas.

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Até que o diagnóstico ocorra os comportamentos apresentados enquanto sintomas podem ser vistos unicamente de maneira negativa pelas pessoas ao redor, implicando de na questão social.

Isso em razão das atitudes passarem a serem entendidas enquanto mau comportamento, má educação ou má vontade, o que não é caso.

Embora durante a adolescência e na vida adulta os sintomas se mostrem menos evidentes, em razão dos comportamentos aprendidos pelo sujeito ao longo deste período, eles ainda estarão lá, tornando atividades aparentemente simples, um grande desafio.

Ao longo do tempo podem apresentar consequências negativas atreladas a esses sintomas, tal como baixa na autoestima e ansiedade.

Como ocorre o diagnóstico.

Estar atento aos sintomas que indicam a presença do distúrbio, assim como as possíveis intervenções que visam auxiliar o sujeito é o início para auxilia o sujeito a viver melhor.

O diagnóstico do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade é algo muito sério e complexo, portanto, envolve uma série de aspectos a serem contemplados.

É feito exclusivamente por um profissional da medicina, o qual irá avaliar sintomas e o histórico do sujeito, avaliando fatores como:

  • Se os sintomas apareceram antes dos 7 anos de idade;
  • Se ocorrem em minimamente 2 ambientes diferentes, como em casa e creche;
  • Ocorrem há pelos menos 6 meses;
  • Dificultam o relacionamento social.

Avaliar essas questões é o primeiro passo para diagnosticar o quadro.

Embora os sintomas comecem a ficar mais evidentes a partir da idade escolar, onde a criança posta diante tarefas que diretamente se entrelaçam as suas dificuldades, é preciso também refletir sobre o período anterior.

Isso é importante, considerando que, enquanto distúrbio neurobiológico, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade estará presente desde o nascimento.

Ademais, um diagnóstico correto é imprescindível na evitação de um tratamento desnecessário.

Formas de tratamento.

O tratamento ocorre, de modo geral, a partir do uso de duas linhas em conjunto: a terapia medicamentosa e a psicoterápica.

No caso dos medicamentos, eles são utilizados viabilizando intervir na questão neurobiológica da situação.

Em razão disso, são prescritos fármacos como o metilfenidato, popularmente conhecido como ritalina, que funciona como um neuroestimulante e também antidepressivos.

A inserção destes medicamentos pode causar reações colaterais no início, tais como dores de cabeça, falta de apetite e insônia, mas fazem parte do processo inicial.

Uma vez que o organismo se acostuma com seu uso, o composto deixa de produzir este tipo de reação, agindo somente para o seu propósito inicial.

A psicoterapia, por sua vez, é feita em conjunto, pois irá trabalhar diretamente nas consequências psicológicas provindas do quadro.

Desse modo, questões relacionadas a autoestima, sentimentos existentes de fracasso ou constante frustração, por exemplo, podem ser trabalhados em paralelo.

Ademais, especialmente quando se fala do tratamento com crianças, observa-se que pode haver a necessidade de trabalhar em equipe multidisciplinar.

Neste caso, profissionais como psicopedagogos podem fazer parte do grupo que intervém, buscando proporcionar ao sujeito uma vida com maior qualidade.

Este trabalho em conjunto é muito importante, na medida em que permite abarcar cada aspecto do paciente que pode ser afetado pelas questões do distúrbio.

O diagnóstico do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade não é, portanto, uma coisa ruim e que represente uma enorme preocupação na vida dos pais ou do próprio sujeito.

Saber o que está acontecendo, o motivo de determinados comportamentos, representa uma oportunidade de prezar por uma vida mais saudável.

Somente através do diagnóstico correto se torna possível aplicar medidas de tratamento e também de remediação diante os sintomas apresentados.

 

 

Referências:

https://tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-tdah/

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/tdah-transtorno-do-deficit-de-atencao-com-hiperatividade/

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